RIR até dizer chega

Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Novato » Domingo 13 Julho 2008, 21:15

Reboredo Escreveu:"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"
(Johann Wolfgang von Goethe)


desmontando este pensamento eu diria que só sabemos com exactidão quando não sabemos nada, pois se à medida que vamos adquirindo conhecimentos a dúvida se instala, então logo que comecemos a ter conhecimentos, por mais insignificantes que sejam, temos dúvidas.

Reboredo Escreveu:Ele comprou um carro preto!

e de que marca é? talvez um BMW que é de bom gosto e, por isso, não é burguês.
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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Reboredo » Domingo 13 Julho 2008, 22:53

Novato escreveu:

desmontando este pensamento eu diria que só sabemos com exactidão quando não sabemos nada, pois se à medida que vamos adquirindo conhecimentos a dúvida se instala, então logo que comecemos a ter conhecimentos, por mais insignificantes que sejam, temos dúvidas.


Como tu escreves: "temos dúvidas" mas "começamos a ter conhecimentos"


talvez um BMW que é de bom gosto e, por isso, não é burguês.


Tout a fait Novato! Por isso, é que nada impede um proletário de ter bom gosto.

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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Novato » Domingo 13 Julho 2008, 23:03

Reboredo Escreveu:Por isso, é que nada impede um proletário de ter bom gosto.

Reboredo


nada, a não ser a falta de plim para o ter. apenas esse pormenor sem qualquer importância.

e começamos, porquê?
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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Reboredo » Domingo 13 Julho 2008, 23:40

A falta de "plim" não é impediente do bom gosto. Condiciona a acção ou efeito de fruir.


e começamos, porquê?


Porque não me dava jeito escrever "comecemos"
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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Novato » Segunda-Feira 14 Julho 2008, 11:13

[quote="Novato
nada, a não ser a falta de plim para o ter. apenas esse pormenor sem qualquer importância.[/quote]

como é óbvio, ambos o sabemos, a falta de plim não é impeditiva de se ter bom gosto.
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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Reboredo » Segunda-Feira 14 Julho 2008, 11:20

Um casal de gays teve um filho (não sei como mas também não interessa)!

Após o parto foram vê-lo ao berçário onde todos os bebés choravam menos
um.

Um dos gays, babado, diz à enfermeira:

Ai, não me diga que é o meu?

Sim, diz a enfermeira, mas escusa de ficar tão contente porque se lhe tirar
a chupeta do cu, chora como os outros!...
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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Reboredo » Segunda-Feira 14 Julho 2008, 11:21

Lembrem se deste vídeo quando usarem os telemóveis...

Clicar em:




http://sorisomail.com/email/1963/como-f ... oveis.html
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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Novato » Segunda-Feira 14 Julho 2008, 17:22

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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Max » Quarta-Feira 22 Outubro 2008, 10:23

E por falar em "Foda-se" aqui deixo esta nota! (Isto merecia um tópico mas não sei onde o colocar...)

Foda-se- porM illôrFernandes
(adaptado)

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à
quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma
pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então,
foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos
extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário
de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos
mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua
língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que
vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a
ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão
matemática.


A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a
mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem
nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades
de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro
para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.
Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro
Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema,
e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu
correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente,
sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito
assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se
reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um
merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua
maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus
quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de
seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?

Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar
firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado
amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de
maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a
sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para
uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de
ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor
num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo
assim como quando estás a sem documentos do carro, sem
carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a
mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada
funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a
saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os
empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e
em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a
desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e
foda-se!!!
Mas não desespere:
Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”
Atente no que lhe digo!
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Re: RIR até dizer chega

Mensagempor Max » Segunda-Feira 15 Dezembro 2008, 22:15

Revista Maria Escreveu:P: O meu marido quer que eu experimente uma "menage a trois" com a minha irmã. Que devo fazer?

R: O seu marido é claramente doido por si. Não consegue fartar-se de si e por isso, escolhe o que vem logo a seguir a si: a sua irmã. Isso servirá para fortalecer o vosso sentido de família. E porque não envolver também umas quantas primas nessa experiência? Se continuar apreensiva, então deixe-o ir sozinho com as suas familiares, compre-lhe uma bela prenda, prepare-lhe um jantar digno de um príncipe e evite comentários acerca desta faceta do comportamento dele.

P: O meu marido insiste sempre para que eu lhe faça sexo oral. Que devo fazer?

R: Faça-o. O esperma não só tem um sabor muito agradável, como também tem muito poucas calorias e não engorda. É muito nutritivo, mantém-na em forma e da um excelente aspecto à sua pele. Instintivamente, um homem sabe disto. E permitir que lhe faça sexo oral demonstra um grande sentido de altruísmo. O sexo oral é extremamente doloroso para o homem. Isso só demonstra um grande amor. O melhor a fazer é agradecer-lhe, comprar-lhe uma bela prenda e preparar-lhe um jantar digno de um príncipe.

P: O meu marido passa as noites na borga com os amigos. Que devo fazer?

R: Esse e um comportamento perfeitamente normal e deverá ser encorajado. O homem necessita exibir a sua destreza perante outros homens. Longe de ser agradável, uma noite de borga com os amigos é uma actividade muito stressante e voltar para junto de si e é um enorme alivio para o seu parceiro. Lembre-se disso, assim que ele regressa a estabilidade do lar. O melhor a fazer é comprar-lhe uma bela prenda, preparar-lhe um jantar digno de um príncipe e não fazer comentários acerca desta faceta do comportamento dele.

P: O meu marido nunca me concedeu um orgasmo. Que devo fazer?

R: O orgasmo feminino e um mito. E uma criação de mulheres feministas militantes e representa um perigo para a união e estabilidade familiar. Não volte a fazer qualquer referência a isso ao seu marido e mostre que o ama, comprando-lhe uma bela prenda e preparando-lhe uma refeição digna de um príncipe.

P: Como posso saber se estou pronta para o sexo?

R: Pergunte ao seu companheiro. Ele saberá quando e a altura certa. No que respeita ao amor e ao sexo, os homens são muito mais responsáveis uma vez que não se deixam confundir emocionalmente. E um facto cientificamente provado.

P: Será que devo ter relações sexuais logo no primeiro encontro?

R: Claro. Antes até, se possível.

P: O que e que de facto acontece durante o acto sexual?

R: Uma vez mais, essa questão depende exclusivamente do homem. A coisa mais importante a reter e que você deve fazer exactamente o que ele disser, sem objecções de tipo nenhum. Por vezes, contudo, ele poderá pedir-lhe que faca certas coisas que lhe parecerão algo estranhas. Faça-as sem questionar.

P: Quanto tempo devera durar o acto sexual?

R: Não há nenhuma média, mas tudo o que dure mais do que dois minutos é bom. Menos que isso poderá significar que você apressou seu companheiro. Assim que o seu companheiro acabar de fazer amor, poderá sentir um natural desejo de se afastar de si, levantar-se da cama e ir jogar golfe com os amigos ou qualquer outra actividade, como encontrar-se com um grupo de amigos num bar com o propósito de consumir largas quantidades de álcool e de partilhar pensamentos profundos. Não se sinta posta de parte. Durante a sua ausência, poderá ocupar-se com actividades tão nobres como engomar-lhe a roupa, cozer-lhe as meias, limpar a casa ou, quem sabe até, sair para lhe comprar uma bela prenda. Ele voltara para casa quando se sentir preparado.

P: O que se entende por "pós-sexo"?

R: Quando um homem acaba de fazer amor, tem a absoluta necessidade de acalmar sua própria energia masculina. O "pós-sexo" e tão simplesmente uma lista de importantes actividades para você desempenhar após fazer amor. Isso inclui acender-lhe um cigarro, fazer-lhe uma sanduíche ou uma tosta mista, simplesmente deixá-lo em paz para que possa usufruir de um sono reconfortante, enquanto você sai para lhe comprar uma bela prenda.

P: O tamanho do pénis e importante?

R: Sim. Embora muitas mulheres acreditem que a qualidade, e não a quantidade, é que é importante, estudos recentes mostram que isto não e verdade. A medida de um pénis erecto é em média, 10 cm. Tudo o que vem para além disso é extremamente raro e se, por algum acaso, o órgão do seu companheiro alcançar os 14 cm ou mais, devera ajoelhar-se imediatamente, agradecer a Deus e fazer todos os possíveis para o agradar, tal como tratar-lhe da roupa, limpar a casa de alto a baixo ou ir a correr comprar-lhe uma bela prenda e preparar-lhe uma refeição digna de um príncipe.
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