MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor zézen » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 19:24

a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
Avatar do Utilizador
zézen
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
 
Mensagens: 5151
Registado: Sexta-Feira 12 Outubro 2007, 17:10
Localização: Cidade cinzenta

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor zézen » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 19:29

Para o TOVI. Nestes momentos dificeis, uma pausa musical pode animar.
Abraço.
http://www.youtube.com/watch?v=4kZTaRMYD5A&feature=related
a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
Avatar do Utilizador
zézen
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
 
Mensagens: 5151
Registado: Sexta-Feira 12 Outubro 2007, 17:10
Localização: Cidade cinzenta

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor zézen » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 19:35

Para ti Olhos de Amêndia.
http://www.youtube.com/watch?v=UAdJ-JxgamE&feature=related
Um beijo Amigo.
a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
Avatar do Utilizador
zézen
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
 
Mensagens: 5151
Registado: Sexta-Feira 12 Outubro 2007, 17:10
Localização: Cidade cinzenta

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor zézen » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 19:40

a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
Avatar do Utilizador
zézen
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
 
Mensagens: 5151
Registado: Sexta-Feira 12 Outubro 2007, 17:10
Localização: Cidade cinzenta

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor XôZé » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 19:42

Obg Zé, gosto do tema. :P

É dos poucos que aprecio deste autor. ;)
Imagem
Avatar do Utilizador
XôZé
Mouro
Mouro
 
Mensagens: 5218
Registado: Sexta-Feira 12 Outubro 2007, 02:12

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor zézen » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 19:45

Para o Manda Chuva dos Montes Herminios.
Abraço.
http://www.youtube.com/watch?v=dJyV5T4u03s
a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
Avatar do Utilizador
zézen
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
 
Mensagens: 5151
Registado: Sexta-Feira 12 Outubro 2007, 17:10
Localização: Cidade cinzenta

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor zézen » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 19:54

a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
Avatar do Utilizador
zézen
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
tem opinião sobre tudo, e sobretudo opinião
 
Mensagens: 5151
Registado: Sexta-Feira 12 Outubro 2007, 17:10
Localização: Cidade cinzenta

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor Viriato » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 20:36

um dia, quando estivermos juntos, hei-de te contar uma historia ............... :lol:
Imagem
Sou capaz do melhor como do pior, mas no pior, sou eu o melhor !
Avatar do Utilizador
Viriato
Manda chuva
Manda chuva
 
Mensagens: 3077
Registado: Segunda-Feira 8 Outubro 2007, 16:38
Localização: Cidade Luz

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor Tovi » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 23:06

zézen Escreveu:Para o TOVI. Nestes momentos dificeis, uma pausa musical pode animar.
Abraço.
http://www.youtube.com/watch?v=4kZTaRMYD5A&feature=related

Gostei muito!...

E uma parva lágrima correu pela minha face...
http://tovi.blogs.sapo.pt
"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Avatar do Utilizador
Tovi
Resmungão
Resmungão
 
Mensagens: 2577
Registado: Terça-Feira 9 Outubro 2007, 21:28
Localização: Porto - Portugal

Re: MUSICA DEDICADA A AMIGAS & ..........

Mensagempor Reboredo » Quinta-Feira 15 Novembro 2007, 23:38

ZéZen escreveu:

Para o Reboredo rir.


Obrigado meu caro mas:

‘Deixei Tudo por Ela’ ou são ‘São Lágrimas’

O fenómeno Zé Cabra está de volta às festas e romarias ... Esteve um tempo ausente dos palcos, regressa agora com a canção “Chupa Misto” que é já um sucesso ...

Em entrevista ao Correio da Manhã o amigo do Viriato diz:


Aos 16 anos mudou-se para França e lá começou a dar os seus primeiros passos na música, “um sonho de criança”. Enquanto aprendia a “arte da limpeza de escritórios”, ia gravando as suas primeiras maquetas. Em 2000 passou a ser conhecido pelo seu alter-ego Zé Cabra.

Garante que gravou o seu primeiro disco debaixo de uma depressão nervosa e que foi enganado por quem lhe estendeu a mão. Sabe que canta mal, mas diz que nem sequer está interessado em aprender. “É assim que divirto os outros. As pessoas estão fartas de coisas sérias”.

Correio Êxito – O que recorda da altura em que o Zé Cabra estava na mó de cima?

– Recordo-me que antes do lançamento do primeiro disco tive que ficar escondido durante 15 dias na Venda do Pinheiro, num apartamento que pertencia à editora. Só tinha autorização para ir ao restaurante comer.

– Porquê?

– Porque toda a gente sabia que eu já estava em Portugal e a comunicação social andava como louca atrás de mim.

– Sentiu-se acarinhado?

– Senti e continuo a sentir-me. Nos espectáculos que dou há duas músicas, o ‘São Lágrimas’ e o ‘Deixei Tudo por Ela’, que não sou eu que canto. Meto o instrumental e é o público que canta na minha vez.

– Já o chamaram o pior cantor do mundo. Como lida com isso?

– Isso são pessoas com inveja da vida que tenho. Sempre lidei bem com as críticas porque sei que fazem parte do sucesso. Geralmente quem critica é porque está incomodado. Eu sempre estive descansado da minha vida. O que interessa são as pessoas que me acarinham.

– Recebe muitas cartas de fãs?

– Não, porque ainda não montei um apartado.

– Porquê?

– Porque há pessoas que gostam muito de brincar e eu não gosto de brincadeiras. Quer dizer, gosto de brincadeiras, mas pessoalmente. Apesar de cantar mal, sou muito profissional e gosto que cada um ocupe o seu lugar.

– E como é que lida com o assédio das fãs?

– Eu lido bem com as mulheres porque sei respeitá-las e elas sabem respeitar-me a mim.

– Teve muitas histórias de assédio?

– Tive algumas propostas de mulheres. Mas apesar delas falarem a sério eu levava sempre na brincadeira.

– Afinal o Zé Cabra é, ou não, um personagem?

– Nós montámos um personagem na maneira de vestir, mas no que concerne à pessoa sou eu mesmo. Sei que durante muito tempo fui o homem mais procurado em Portugal! Aquela que é agora a minha editora chegou a mandar pessoas a França atrás de mim depois de ter ouvido os meus temas na internet. Tinham ouvido dizer que eu era porteiro num hotel e correram os hotéis todos em Paris.

– Mas tem noção que o seu primeiro disco é muito mal cantado e gravado?

– Sim, mas isso tem uma explicação. Eu tinha um sonho de criança que era gravar um disco. Quando consegui juntar algum dinheiro contactei um artista que não vale a pena dizer o nome (porque não interessa a ninguém), para me ajudar. Negociámos um preço, mas sem contrato. Eu era para ter tido aulas de canto e pessoas a ajudarem-me a decorar a letra mas essa pessoa agarrou em mim e espetou comigo num estúdio sem eu saber nada. Como estava com uma depressão nervosa deixei-me levar. Os dez temas que devia ter gravado em quatro dias, gravei em quatro horas.

– Quer dizer que foi enganado?

– Sim, e logo por uma pessoa em quem confiava!

– Não quer mesmo dizer quem é?

– Águas passadas não movem moinhos.

– Como surgiu o nome Zé Cabra?

– Foi também por causa desse senhor. Como não andava a fazer o seu trabalho correctamente esqueceu-se do meu nome. E em vez de meter Casimiro Afonso ou Afonso Casimiro meteu Zé. E depois o Cabra surgiu quando o disco foi ouvido pela primeira vez pelos estudantes que meteram Cabra à frente do Zé por causa de estar mal cantado.

– É verdade que chegou a actuar em palco com uma cabra?

– Sim, isso aconteceu no meu primeiro espectáculo, numa discoteca em Rio Tinto que já não me lembro do nome. O empresário comprou uma cabra e pô-la no palco agarrada a uma coluna. No final a cabra foi leiloada por 80 contos.

– E nunca mais soube dela?

– Não, nem sei quem a comprou.

– Apesar de tudo, acabou por aceitar esse nome?

– Sim. É um nome popular, fora do vulgar e que chama a atenção.

– Como foi o seu primeiro espectáculo?

– Estava muito nervoso porque eu sou muito tímido. Depois só sabia a letra de duas músicas e mais nada. Tive de enfrentar duas mil caras a olhar para mim. Mas acabou por correr bem. Só me custou a primeira música.

– Tem a noção que não canta bem?

– Sim!

– E isso não o intimida quando tem de enfrentar o público?

– Não. Sinto-me bem porque eu canto mal porque quero. Quando eu quiser cantar bem eu canto. Mesmo quando nos espectáculo entro adiantado ou atrasado em relação à música é de propósito, para dar aquela barracada que faz rir o público. Muitas vezes finjo que não sei a letra, porque é aquilo que o povo quer: divertir-se.

– Faz, então, uma paródia de si mesmo?

– Sim. O público está farto de coisas sérias. O meu espectáculo é meio apalhaçado para divertir as pessoas.

– E entretanto já teve aulas de canto?

– Não, nem vou ter. Embora tenha a aparelhagem para treinar em casa está arrumada há cinco anos. Eu tenho aprendido a cantar melhor é com a experiência de palco.

– Deu muitos espectáculos?

– Umas centenas.

– E deu para enriquecer?

– Não. Apenas para fazer dinheiro!

– O que é que fez com ele?

– Comprei uma casa e um carrito para andar.

– Os seus pais tinham alguma coisa a ver com a música?

– Não, mas os meus tios sim. Tenho um tio de 98 anos que quando era novo tocava concertina e dançava ao mesmo tempo com as raparigas.

– Como foi a sua infância?

– Venho de uma família pobre. Os meus pais viviam em grandes dificuldades, mas sempre foram meus amigos.

– Como sentiu essa pobreza?

– Na altura não se comia um bife como se come hoje, mas também nunca comi batatas ou arroz sozinhos. Sabia de famílias que comiam batatas com batatas.

– Foi por causa das dificuldades que os seus pais emigraram para França?

– Sim, mas eu não fui com eles. Os meus pais partiram quando eu tinha cinco anos e eu acabei por ser educado pelos meus avós maternos e pelos meus padrinhos até aos 16 anos.

– E como foi?

– Nunca tive fome e sempre tive o necessário. Nunca fiz más figuras na rua porque a minha avó trazia-me sempre bem vestido. Nunca andei roto nem sujo.

– E a escola?

– Lembro-me pouco porque eu só fiz o meu quarto ano. Saí aos onze porque não gostava de estudar. Era um bocado macaco. Só andava atrás das raparigas. Ainda levei muita porrada por causa disso. Havia lá uma rapariga que era minha prima e a quem eu levantei as saias umas poucas de vezes.

– E depois de sair da escola?

– Continuei a trabalhar nos campos, algo que comecei a fazer quando ainda andava na primária.

– O que fazia no campo?

– Semeava batatas, regava, cavava, tratava de cavalos.

– Como é que se dá a sua ida para França?

– Aos 16 anos fui ter com os meus pais para passar férias e acabei por ficar.

– A fazer o quê?

– Comecei a trabalhar na limpeza de escritórios. Com o tempo aprendi a arte, porque isto de limpar não é tão fácil como se julga. Aprendi a usar máquinas de limpar o chão e alcatifas e com 22 anos já andava de fato e gravata, responsável por 120 pessoas. Ganhava 500 contos por mês, tinha carro e tudo pago.

– Esteve em França até quando?

– Até à data em que o Zé Cabra apareceu em Portugal, em 2000.

– Hoje ainda consegue viver da sua vida artística?

– Não!

– O que é que faz?

– Faço uns biscates nas obras.

– Teve o negócio de um café que não deu certo. O que aconteceu?

– Aluguei um estabelecimento para um snak convencido que a papelada estava em ordem. Foi um advogado contratado por mim que foi à câmara e que veio a saber que aquilo não estava legalizado. Por isso decidi fechar. Houve boatos a dizer que houve tiroteio, que fui à falência e que enganei um sócio mas é tudo mentira.

– Essa história afectou-o?

– Profissionalmente sim, mas pessoalmente não.

– Sabe de onde veio?

– Talvez tenha sido inventada por gente aqui de Viana do Castelo, que gosta de falar mal de mim não sei porquê. Sou bem recebido em todo o País e maltratado na terra onde vivo.

– Foi também notícia que assaltou uma bomba de gasolina. Quer explicar?

– O que se passou é que eu vinha muito cansado de um espectáculo no Algarve, entrei numa área de serviço, meti gasolina e esqueci-me de pagar. Quando me lembrei voltei atrás e fui pagar. Essa história esteve na internet e tudo, mas não teve nada de especial.

– Aquele tema do ‘Deixei Tudo por Ela’ era autobiográfico?

– Não, mas podia ter alguma coisa a ver com a minha segunda mulher (risos). Essa música, assim como o ‘São Lágrimas’ e outras já tinham sido gravadas antes por uma rapariga de Castelo Branco, mas não tinham tido tanto sucesso. Eu saí-me melhor a cantar mal do que ela a cantar bem.

– Então está mesmo empenhado em continuar a cantar mal?

– Por agora sim. Mas o importante não é cantar bem ou mal. O importante é saber fazer espectáculos.

– Entende quando o chamam ‘cromo’?

– Não. Para mim um cromo é uma pessoa sem cultura e eu tenho a minha quarta classe.

– Quando é que começa a escrever as suas próprias canções?

– Eu não tenho muito jeito, mas tenho uma filha de sete anos que para inventar histórias está para aí. Quando tiver 16 anos vai meter qualquer artista no bolso.

– Para quando um novo trabalho do Zé Cabra?

– Estou a preparar um DVD para ser lançado na Feira Erótica de Lisboa em Junho. É um DVD sobre os anos 20, com músicas cantadas ao vivo. Vale a pena. É uma coisa muito interessante.

– E um novo disco?

– Estou a trabalhar nisso, mas ainda não posso revelar nada.

"ANDEI COM UMAS E COM OUTRAS"

– Casou duas vezes. Como foram as suas relações matrimoniais?

– Casei pela primeira vez com 19 anos. Foi uma ilusão. Devia estar com medo que acabassem as mulheres no mundo (risos). O casamento durou sete anos e não durou menos por causa de um filho que tínhamos e que era muito agarrado a mim. Hoje já nem sei o que é feito dessa minha ex-mulher.

– Como chegou ao segundo casamento?

– Uma vez que não me dava bem com a minha primeira mulher, às sextas, sábados e domingos saía sempre à noite como se fosse um rapaz solteiro, e andei sempre metido com umas e com outras. Até que conheci a minha actual mulher, com quem casei aos 29 anos.

– E como é que ela lida com a sua carreira e com as fãs?

– Muito bem. É ela que me dá força e que anda sempre a pressionar-me para gravar um novo disco.

PERFIL

Nascido a 25 de Maio de 1965 numa aldeia em Macedo de Cavaleiros chamada Gralhós, Casimiro António Serra Afonso foi revelado ao mundo pela Rádio Comercial quando um grupo de jovens enviou uma maqueta para o programa de Nuno Markl, ‘O Homem que Mordeu o Cão’.

A publicidade foi tanta que o primeiro disco ‘Deixei Tudo por Ela’ já era disco de prata mesmo antes de ser editado no mercado, tantas eram as encomendas. Popularizado por canções sem métrica e uma voz desafinada, Zé Cabra tem sido alvo de inúmeras notícias polémicas e acusa o companheiro da ex-mulher de até ter montado um site na internet para o difamar. O segundo disco ‘Malas à Porta’ ficou muito aquém do esperado.

in Correio da Manhã

Que mais se pode dizer: é um artista português. Não sei se usa pasta medicinal couto. Mas sei que couto + couto não é couto2. Mas biscouto

Obrigado ZéZen. "Gostei" :x :x :x Como prenda lê a entrevista.

Um abraço,

Reboredo
Sempre sempre não, mas sempre sempre até é bom.
Avatar do Utilizador
Reboredo
Furriel
Furriel
 
Mensagens: 1175
Registado: Quinta-Feira 11 Outubro 2007, 18:23
Localização: Brx.

Próximo

Voltar para Arte e Cultura

Quem está ligado:

Utilizador a ver este Fórum: Nenhum utilizador registado e 1 visitante

cron